Geralmente, o silêncio não faz parte da minha melhor conduta.
Arriscaria-me a dizer que o silêncio muitas vezes não faz parte
de conduta nenhuma minha. Por isso, no fim de mais um ano,
dedico-lhes algumas palavras.
Parece ser inerente a idéia de reflexão quando o ano chega ao fim.
Fazer o balanço. Fiz o que pude? Cumpri minhas promessas?...
Onde estavam mesmo minhas metas? Onde mesmo eu queria
chegar?Como é mesmo a história?
Fazer o balanço. Fiz o que pude? Cumpri minhas promessas?...
Onde estavam mesmo minhas metas? Onde mesmo eu queria
chegar?Como é mesmo a história?
Prefiro crer que todo dia é dia de reflexão. É dia de mudar, de dar
o start. Qualquer dia é dia de (re)começar a dieta, de se arrepender,
de morrer por dentro e nascer de novo. É dia de arriscar, de se sentir
mais (in)seguro, e ser mais intenso. Diariamente esperar, e também
por isso, ter mais esperança.
o start. Qualquer dia é dia de (re)começar a dieta, de se arrepender,
de morrer por dentro e nascer de novo. É dia de arriscar, de se sentir
mais (in)seguro, e ser mais intenso. Diariamente esperar, e também
por isso, ter mais esperança.
A reflexão é uma imensidão de coisas, de sentimentos, de outros.
Outros tantos. É ao mesmo tempo um estopim para manifestos
extremos -uma impulsividade ansiosa - e também inércia - sensação
de "pára tudo que eu preciso pensar". Não é um esgotamento, não
é fim: é meio. Meio de aceitação, de tentar compreender o
macro/mínimo.
extremos -uma impulsividade ansiosa - e também inércia - sensação
de "pára tudo que eu preciso pensar". Não é um esgotamento, não
é fim: é meio. Meio de aceitação, de tentar compreender o
macro/mínimo.
A reflexão - ou a idéia dela - tem de ser cotidiana, e não "agendada".
Essa é a sua melhor forma. Não é algo a ser programado. Não ser
inerente só ao balanço com o fim de mais um ano. Deve ser um
balanço impregnado como uma obsessão qualquer - como o eco
daquela música chata que não sai da sua cabeça assim que você
acorda.
Essa é a sua melhor forma. Não é algo a ser programado. Não ser
inerente só ao balanço com o fim de mais um ano. Deve ser um
balanço impregnado como uma obsessão qualquer - como o eco
daquela música chata que não sai da sua cabeça assim que você
acorda.
Bem, essa é só mais uma reflexão não menos cotidiana. Porém,
não menos importante do que as outras 358 passadas, e não mais
que as seis restantes, encerrando esse ano bissexto...
não menos importante do que as outras 358 passadas, e não mais
que as seis restantes, encerrando esse ano bissexto...
E o que eu tenho a lhes dizer para somar a esta reflexão, meus
amigos? O quão foram, são e sempre serão importantes
(e marcantes!) em minha vida... 2008 foi um ano de grandes
turbulências, mas segui confiante em que tudo tem seu tempo.
E vocês em grande parte me mostraram isso, que pode, e
deve, ser diferente: é escolha nossa.
Quero agradecer a cada capítulo do meu script que puderam
participar. Uns mais, outros menos, mas todos com uma grande
intensidade quando o fizeram - para mim, isso é o que realmente
importa. Fiquem certos que todos contribuíram com o que sou
hoje. Nem tentem se isentar da responsabilidade de terem me
feito mais forte e sincera. Muito mais transparente e franca.
Agradeço de peito aberto àqueles que estiveram bem pertinho,
e outros bem de longe torcendo por coisas positivas. Alguns
sempre estarão em super close, enquanto alguns farão parte
de um plano panorâmico. Algumas situações nunca mudarão...
mas assim mesmo tiramos proveito delas...
Agradecimentos especiais àqueles que mesmo chegando há
pouco, já se tornaram parte do meu fôlego. Um muito obrigada
àquele que se esforça em português - and I'm sorry for that!
Aos que mais me estimulam na presença testemunhal dos
primeiros raios solares. A todos os que me servem de inspiração
e me impulsionam - e não fazem a mínima idéia desse seu
poder - cada um do seu jeito, e com sua história.
Agradeço por toda a sinceridade, todos os elogios e críticas.
Por todas as lições, os abraços, as energias, as risadas.
Por toda a ajuda e compreensão do mundo.
Simplesmente, agradeço todos os dias pelo que vivi ao lado
de cada um, e o simples fato de terem um dia cruzado o
meu caminho já me considero uma pessoa de muita sorte.
de cada um, e o simples fato de terem um dia cruzado o
meu caminho já me considero uma pessoa de muita sorte.
Agradeço por terem me ajudado a rir mais, amar mais
e aproveitar sempre. Porque vocês sempre me lembram
que, nessa curta e passageira vida, os momentos
são inteiramente únicos.
Quero não somente agradecer, como pedir perdão por todas
as minhas faltas e incorreções. Para alguns, perdão pela
minha presença exaustiva, para uns minha ausência extrema.
(Quem me conhece sabe que não consigo ser meio-termo...
Nem na presença, nem na ausência, nem no exagero das
minhas expressões e impressões...)
minhas expressões e impressões...)
Obrigada por tudo ao longo dos anos, dos momentos e dos minutos,
Um abraço bem sincero, e um grande beijo,
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