segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

alma de poeta


Ainda tenho um pouco dos grandes poetas, principalmente os portugueses: romance, exagero e plenitude. O romance dos ecoantes versos. O exagero do romantismo exacerbado. A plenitude do amor romântico, e surrealista. Do amor incontestável. Dos amores platônicos, do sofrer - e gostar do sofrer. A plenitude do poeta menos fingidor. E que a cada 5 minutos revisa seu vocabulário, em busca de expressões mais dramáticas, mais intensas, menos fúteis. Mas, não somente os grandes poetas são fingidores. Aqueles que apreciam poesia também o são. Imperfeitos ali, no amor em vão. Assim diriam os grandes poetas... a cada exatos (e impressionantes) 5 minutos.

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