
Caros superiores, obrigado. Por fazerem meu ser chorar e sorrir tão paradoxalmente. Por me largarem na estrada da solidão e da determinação. Pelos ensinamentos, em principal nesta fase da vida: andar com as próprias pernas. Sou muito grata por insistirem em ser pérola – com todas as suas virtudes e defeitos, deixar-me levar pela escuridão que a assola. Mais uma vez obrigada, por se dirigirem socialmente e me sorrirem simbolicamente. Essa emoção enfatiza a tamanha hipocrisia inevitável ao ambiente – hipocrisia que também afeta meu ser ignorante (ou seria inocente?). Porém, sou em mesma proporção paradoxal, inevitável, simbólica e repugnante. Ainda assim, sinceramente, obrigada.
